O que a revista inVeja aprontou para este ano?
Não, essa é praticamente inacreditável. A que ponto os “jornalistas” da revista Veja chegam… “chutando cachorro morto” como bem disse o Petta, tentando denegrir a imagem do maior revolucionário da América Latina e, ainda nos dias de hoje, símbolo da luta pelo socialismo. Olha o absurdo da manchete da revista: “Che, a farsa do herói: Verdades inconvenientes sobre o mito do guerrilheiro altruísta, quarenta anos depois de sua morte”. Farsa? Verdades inconvenientes? E no texto de abertura descrevem Che como “el chancho” (o porco) que, segundo a Veja, era como Che era conhecido pelos colegas porque não gostava de tomar banho e tinha cheiro de rim fervido. ABSURDO! A revista Veja é tão RIDÍCULA e mal intensionada, tão repleta de atitudes baixas e irracionais… como uma criança que não sabe como revidar a provocação alheia e chama o outro de “feio”. Esse é o “jornalismo” feito pela revista Veja. Lixo, puro lixo, é inacreditável e inaceitável que nos dias de hoje ainda seja feito um jornalismo baixo como esse, cheio de preconceitos e estereótipos e… inútil. Porque, convenhamos, não vai ser uma edição dessa revisteca de meia tigela que vai acabar com a influência de Che Guevara no pensamento socialista de hoje em dia, nem vai fazer suas camisetas venderem menos (a camiseta com a estampa do Guevara é a mais vendida no mundo, segundo… fontes que não me lembro agora), nem vai deixar de cativar os jovens e incentivá-los a conhecer mais sobre a vida e o pensamento dessa pessoa fantástica e única que foi Che Guevara. Fico imaginando quão mais baixo a revista Veja vai conseguir chegar. Porque ela consegue, ah, consegue sim. Deprimente.
O Cansei é realmente apartidário?
E você também acredita em Papai Noel, certo? Post original no Blog do Petta, postado depois no Blog dos Blogs, mas achei a referência no Florêncio est.


Acho que vou vomitar.
Nota de esclarecimento
Hipermoderna NÃO É meu apelido, muito menos meu nome. Hipermoderna é o nome deste blogue, do MEU blogue, e se você quiser se referir a mim, chame pelo nome da minha pessoa, que é Danusia Regina Alves. Para os não-íntimos e desconhecidos em geral, Danusia. E o fato de meu blogue se chamar hipermoderna não quer dizer em absoluto que eu tenho de estar ciente de todos os acontecimentos do mundo no momento em que eles ocorrem. Eu não sou deus nem adivinha, c*ralho. E o nome deste blogue não quer dizer que eu ou meu blogue nos pretendemos a “modernos” ou “hiper modernos” (no sentido superlativo de moderno) ou “hiper cool”. Antes de ir falando b*sta leia aquela página do blogue ali, chamada obviamente BLOGUE, que lá explica o por quê do hipermoderna, que é uma referência ao termo hipermodernidade, empregado pelo sociólolgo Gilles Lipovetsky. Então, para os leitores burros de plantão que só vêm deixar comentário se for pra criticar (graças a deusa eles são minoria por aqui, ainda bem), prestem atenção no que vocês vão falar (escrever). PENSEM antes de qualquer coisa, ta bom? Pau no c* desses imbecis, se não tem algo pra dizer que seja edificante, não diga nada. Nem eu nem meu blogue precisamos de gente assim nos visitando.
Nova diversão na Zona Sul: jogar ovos pela janela
Desta vez é no Rio, mas também Zona Sul. Toda zona sul de cidade é rica? Bom, se bem que tem a extrema zona sul lá de Sampa que é pobre. Anyway, dá pra acreditar num absurdo desses? Além de atingir as pessoas na rua, completa falta de educação, esses descerebrados estão desperdiçando comida e artigos que muita gente não tem em casa e contribuindo com a poluição da cidade. Ô meu santo cristo, quando é que o Brasil vai virar um país de gente mesmo? Acho que nunca. Nota: eu sempre ODIEI essa Narcisa ridícula - e odeio mais ainda quem acha a Narcisa “bacana”, “legal” ou “engraçada”. Essa mulher é uma afronta à inteligência humana, à dignidade feminina… essa mulher é um LIXO! Ela mesma deveria se jogar pela janela, porque é um lixo igual ao ovo podre que usa pra sujar os outros. E olha que coisa interessante… os videos disponíveis na matéria, mostrando o ABSURDO dessas atitudes, não estão mais disponíveis no YouTube. Engraçado, né? Por que será? E o que você pode esperar de uma emissora de televisão cujo diretor participa de um ato hediondo desses? Como alguém consegue levar essa maldita rede Bobo a sério? Como esse cara tem esse emprego? Meu deus! Está tudo errado, tudo errado.
Nova diversão na Zona Sul: jogar ovos pela janela
Fonte: JB Online
RIO - Depois de espancar diaristas, agredir prostitutas e queimar mendigos, os jovens de classe média parecem ter descoberto outra forma de “diversão”. A nova brincadeira entre os alguns moradores da Avenida Vieira Souto, em Ipanema, - um dos metros quadrados mais caros da cidade - é jogar ovos das sacadas dos milionários apartamentos. Pedestres ou carros, não importa o alvo. Dois vídeos veiculados no site “Youtube” mostram a satisfação dos jovens com o ato de vandalismo. Nas imagens, a socialite Narcisa Tamborindeguy e João Eduardo Brizola, neto do ex-governador Leonel Brizola, aparecem jogando ovos pela janela. O diretor da TV Globo, J.B. de Oliveira, o Boninho, também é visto na gravação afirmando que já “acertou muita vagabunda”.
- Já taquei muito ovo pela janela. Já acertei muita vagabunda em São Paulo – afirma Boninho, que depois dá a receita: - Bota éter dentro do ovo e espera uns três dias e fica beleza.
No primeiro vídeo, dois jovens aparecem com uma caixa de ovos e jogam pela janela em plena luz do dia. À noite, mais estrago. Eles acertam vários carros que estão parados na rua. No site de relacionamentos “orkut” milhares de internautas entraram na página de Brizola demonstrando sua indignação.
No segundo vídeo, Narcisa se vangloria pela suas ações e diz que tem o costume de jogar diversos objetos pela janela.
- Eu taco tudo, adoro acertar, mas é difícil, né? Eu fecho a cortina, adoro me esconder. Quando eu fico muito louca eu jogo almofada, jogo roupa, jogo tudo que eu não gosto – diz ela, que também é recriminada no “orkut” por suas atitudes.
Outro que é flagrado nas imagens é o Socialite Bruno Chateubriand, que afirma já ter jogado uma vassoura e uma garrafa de big coke. Outras pessoas também são entrevistadas por João Eduardo e dizem já terem atirado pela janela camisinha, cigarro, sacos e baldes d’água e papel higiênico molhado.
O que a revista inVeja aprontou para este ano? Parte III
VEJA APELA, JORNAIS REPERCUTEM
Como se fabricam os furos, por Alberto Dines em 31/7/2007
Fonte: Observatório da ImprensaCapa da última edição de Veja (nº 2019, de 1/8/2007): “Revelações das caixas pretas – comandante cometeu uma falha ao pousar; não houve aquaplanagem; por que o avião não parou a tempo; mas se a pista de Congonhas fosse mais longa…”.
O assessor especial da Presidência, o professor Marco Aurélio Garcia e o seu assessor de imprensa, Bruno Garcia, devem ter vibrado com a informação da revista que tanto irrita a militância palaciana – só não repetiram a alegre pantomima encenada dez dias antes porque já estavam escaldados.
No título das páginas internas (58-64), os editores de Veja proclamam que tiveram acesso ao conteúdo das caixas-pretas: “A tragédia, segundo as caixas-pretas”. Mais à frente, adiantam que as informações sobre a falha do piloto estão mantidas em sigilo.
Acontece que as revelações de Veja nada têm de novo e o sigilo é meramente formal: na sua edição de quinta-feira (26/7), portanto um dia antes do fechamento da edição da revista, o Estado de S.Paulo publicou em sua primeira página a notícia de que os primeiros dados extraídos da caixa-preta levaram a fábrica Airbus a emitir um comunicado aos pilotos para o uso correto do controle de potência.
E na página interna (C-10), o jornalão publica minuciosa reportagem sobre o sistema de aceleração do jato acompanhada por uma ilustração na qual explica o que é o manete, como funciona, qual a sua relação com o reversor das turbinas, e aventa hipóteses sobre o que pode ter acontecido.Efeito-manada
Na pressa de produzir mais um sensacional furo e levar alguém ao banco dos réus (no caso os pilotos mortos), os editores de Veja não prestaram atenção nas revelações do Estadão. Porém, lá no meio da sua matéria (pág. 61), admitem que naquela mesma quinta-feira o brigadeiro Jorge Kersul Filho, chefe de investigações do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), havia admitido publicamente que a aterrissagem com o reversor travado pode ter “influenciado psicologicamente” os pilotos.
Disse mais o brigadeiro: “Afirmar que o manete estava na posição errada e isso levou o avião a reagir daquela maneira é uma hipótese, é suspeita”.
Conclui-se que Veja não revelou coisa alguma, apenas esquentou informações difundidas por outros veículos. Além de ignorar a primazia do Estadão na divulgação da informação e usar uma ilustração semelhante à do jornal, a revista passou ao largo da prudência do investigador-mor da FAB jogando toda a responsabilidade pela tragédia sobre o comandante do jato. Na segunda-feira (30), com base na matéria de Veja, o brigadeiro Kersul declarou: “Não se pode criticar ninguém, isso é até pecado”. Como relação à culpa dos pilotos, explicou: “Eu jamais disse isso. O que sempre digo é que uma hipótese é os manetes não estarem em posição correta ou o comando eletrônico [do avião] não ter sido correspondente”. (Folha de S.Paulo, pág C-3, 31/7)
O mais exótico é que nas edições de sábado e domingo, os jornais foram na onda de Veja e esqueceram de atribuir ao Estadão os méritos pela notícia em primeira mão. Na realidade cumpriam a velha praxe em vigor há uma década: “Veja apela, jornais repercutem”.
[Em tempo (incluído às 17h10 de 30/7): Este observador deixou de registrar que em sua edição de quarta-feira (25/7), a Folha de S.Paulo (Cotidiano, pág. C-10), em matéria de Leila Suwwan, da sucursal de Brasília, noticiou o comunicado da Airbus a todos os pilotos do mundo a respeito da posição dos manetes em caso de reversores travados. O fabricante europeu teve acesso aos primeiros dados da caixa-preta para advertir com urgência às empresas e comandantes de jatos Airbus A320. Veja não leu a Folha de quarta nem o Estadão, de quinta.]“O presidente é o responsável”
Com este título irresponsável, delirante – e, como sempre, pessimamente escrito –, o papa da Opus Dei para assuntos jornalísticos, Carlos Alberto Di Franco, ofereceu na página 2 do Estado de S.Paulo (segunda-feira, 30/7) a sua contribuição mensal. O presidente no caso é o da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Este tipo de cruzada não fica bem para o diretor do Master em Jornalismo, doutor em Comunicação da Universidade de Navarra e seu representante no Brasil. Os editores brasileiros que passam por seu programa de treinamento merecem um paradigma melhor. E os leitores do Estado de S.Paulo merecem algo mais edificante do que esta histeria em letra de forma.
O Globo, que costuma reproduzir os textos assinados por Di Franco, desta vez escapou do vexame. Tinha um bom artigo na gaveta.
A passeata “Fora Lula Pelos Mortos do Acidente da Tam” (acontecida dias atrás na zona sul paulistana) devia ter sido encabeçada pelo Di Franco. Tudo ridículo, tudo ridículo gentem. ¬¬
Sicko: This might hurt a little
O hipermoderna está parado no tempo. Michael Moore lançou Sicko no festival de Cannes e eu nem fiquei sabendo! Absurdo, shame on me. Mas como Sicko ainda não estreou no Brasil (né?), não estou tão atrasada assim. Fiquei sabendo através deste blogue sobre a nova produção do Michael Moore (amo) que trata do sistema de saúde dos EUA. Algo muito próximo do sistema brasileiro, imagino eu, já que depois de assistir aos filmes do Michael Moore e ler seus livros descobri o quão semelhantes os EUA e o Brasil na verdade são. Eu pessoalmente amei esse nome do filme e o pôster! Em tempo… Michael Moore está sofrendo um processo do governo norte-americano por ter levado pessoas que ficaram doentes no 11 de setembro (e não conseguem tratamento médico adequado em seu país) à Cuba, em busca de uma cura - o que é proibido por lei, já que Cuba sofre embargo do governo estado unidense (aliás, essa visita à Cuba foi feita durante as filmagens de Sicko). Abaixo você assiste a um trechinho de uma entrevista com Moore, na qual ele fala do cartão Sicko de Saúde - você o apresenta e pergunta pra pessoa se ela está interessada em aparecer no próximo filme do Michael Moore - o cara te atende na hora! Rarará! Muito bom, quero um desses pra mim! =D Aproveitando o conteúdo político do post… quero manifestar meu REPÚDIO aos burguesinhos classe média (baixa e alta) que se reuniram numa passeata no Parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, dando ridículos gritinhos de “Fora Lula” empunhando ramalhetes de flores e mensagens para os que estão no céu (ou inferno agora). Não vou dar explicações sobre minha ânsia de vômito ao saber dessa ridícula notícia - se você pensa como eu vai entender, se não… f*da-se você, não faço questão de tê-lo como leitor do hipermoderna. Como bem disse Quintana (abaixo citado)… a esperança é um urubu pintado de verde. ¬¬













































