Morte na TV
Alemanha terá canal dedicado ao tema macabro
Fonte: Observatório da Imprensa @ 28/6/2007Em muitas culturas, falar de morte é tabu, mas na Alemanha o tema ganhará um canal de TV só para ele. Está marcado para setembro o lançamento do EosTV, que irá exibir programas fúnebres, como documentários sobre cemitérios e as diferentes representações da morte pelo mundo. Haverá ainda dicas voltadas aos idosos, com informações sobre casas de repouso e seguros de vida. O nome do canal é uma homenagem a Eos, deusa grega do amanhecer.
Segundo o fundador da emissora, Wolf Tilmann Schneider, público interessado no tema não falta. “No ano passado, mais de 800 mil pessoas morreram na Alemanha. Multiplique este número por quatro e você terá mais ou menos o número de pessoas afetadas por estas mortes. Há também 2,1 milhões de idosos que precisam de cuidados. Há milhões de pessoas que enfrentam questões como envelhecer ou morrer”, explica.Eternizando a vida
Em 2006, houve 150 mil mortes a mais que nascimentos na Alemanha. O número segue uma tendência registrada no país nas últimas décadas. Além disso, segundo Kerstin Gernig, porta-voz da Associação Nacional de Funerárias, há uma mudança no modo como os alemães vêm encarando a morte e os funerais. Mais pessoas têm construído túmulos anônimos, sem identificação do morto. Os cemitérios gramados, sem jazigos aparentes, também têm ficado mais populares, assim como “lápides na internet”, que são sítios com informações dos falecidos para que os visitantes possam recordar os entes queridos.
Os proprietários de funerárias notaram ainda que, nos últimos anos, um número crescente de idosos e seus descendentes têm procurado escritores profissionais para documentar suas vidas e a de seus entes queridos. Trabalhando em parceria com a Associação – que representa 85% dos donos de funerárias da Alemanha – Schneider planeja oferecer às famílias um vídeo para os funerais.
O canal terá também um espaço para obituários televisivos, que, depois da exibição, serão disponibilizados no sítio da empresa, ainda não concluído. “Somos todos iguais. Todos temos o mesmo ciclo de vida, vivemos e morremos”, filosofa o fundador da emissora da morte. Informações de Charles Hawley [Der Spiegel, 22/6/07].
Fala sério!
Por que você deve usar Firefox - CapÃtulo I
Porque o mascote do Firefox é essa coisinha masi lindinha do mundu ae do lado! xD Ounnn. Quem teve essa brilhante idéia deve ser fã mesmo do Firefox! Ai, eu também sou! Meu próximo bichinho de estimação vai se chamar Firefox! ^^ Rarará! Este post foi descaradamente roubado do Tio Jedi. Valeu ae, tiô! ^^
Elefante II
Massacre at Virginia Tech
Fonte: CNNBLACKSBURG, Virginia (CNN) - The gunman who killed 30 people at Virginia Tech’s Norris Hall before turning the gun on himself was student Cho Seung-hui, university police Chief Wendell Flinchum said Tuesday.
University officials said they were still trying to determine whether Cho was responsible for an earlier shooting at a dormitory that left two dead.
Authorities are still investigating whether Cho had any accomplices in planning or executing Monday’s rampage, Col. Steven Flaherty of the Virginia State Police said.
“It certainly is reasonable for us to assume that Cho was the shooter in both places, but we don’t have the evidence to take us there at this particular point in time,” Flaherty said.
Cho, a 23-year-old South Korean and resident alien, lived at the university’s Harper Hall, Flinchum said. He was an English major, the chief said.
Cho was a loner and authorities are having a hard time finding information about him, said Harry Hincker, associate vice president for university relations.
A department of Homeland Security official said Cho came to the United States in 1992, through Detroit, Michigan. He had lawful permanent residence, via his parents, and renewed his green card in October 2003, the official said.
His residence was listed as Centreville, Virginia, a suburb of Washington, D.C.
Mas afinal… o que é Web 2.0?
Eu me fazia essa pergunta há tempos. Desde que comecei a pesquisar mais sobre SEO, tecnologia, internet, new media e other stuff de gente nerd (geeks!) me deparei com esse termo: web 2.0! E nunca que conseguia encontrar uma explicação satisfatória para o mesmo. Também achei, como o autor do texto que vou citar logo abaixo, que a web 2.0 era algo de ultra novo mega revolucionário dentro da internet… esse nome, aliás, é tão pomposo, não? Imaginei que a internet estaria entrando num outro patamar de desenvolvimento, com ferramentas poderosas, novos meios de comunicação (tipo… transmissão de pensamento via internet, saca? Rarará! Não, to brincando!) etc e tal. Não vou me prolongar muito porque tudo o que você precisa saber sobre o termo Web 2.0 você vai encontrar neste linque. Abaixo, um trechinho do artigo, pra você que está morrendo de curiosidade e se perguntando exatamente: mas afinal… o que é web 2.0?
Web 2.0? Melhor dizer mídia social ou colaborativa
25 de março de 2007, 2:12
O termo Web 2.0 não soa bem quando usado para benefício privado, ao invés de defender os valores por trás do conceito. Sempre existiu a caracteristica que diferencia a internet das mídias tradicionais.
Por Juliano SpyerLogo que comecei a ouvir falar em Web 2.0, imaginei uma espécie de condomínio virtual privado – um espaço desenvolvido por mega-corporações, acessível por um canal diferenciado do da internet comum, funcionando como uma plataforma de publicação mais controlada e protegida e oferecendo soluções de e-commerce e vantagens para usuários com acesso rápido. Nada disso.
Na verdade Web 2.0 se refere a uma relação de características que supostamente diferenciam novos sites daqueles que naufragaram com o estouro da bolha da internet na virada do século.
A idéia foi lançada em 2004 pela O’Relly Media, uma editora e empresa de comunicação; se tornou o nome de uma conferência que acontece anualmente nos Estados Unidos e daí se alastrou a ponto de uma busca pelo Google indicar a existência de centenas de milhares de páginas fazendo referência ao assunto.
Existe assunto mais hipermoderno que este? Metalinguagem pura! Fiquei encantada principalmente com esta parte do texto: Considerando a comunicação de duas vias, de várias ou muitas pessoas entre si como o elemento diferenciador da internet em relação às tecnologias de mídia precedentes, não houve quebra de paradigma que justifique a denominação Web 2.0. É exatamente a mesma idéia que defende o sociólogo Gilles Lipovestky (o senhor que me inspirou a nomear este site) quando ele fala que não houve quebra de paradigma (que os pós-modernos tanto clamam) nesta passagem - que aliás, ainda nos encontramos nela - de tempo que justificasse o uso da palavra pós-modernidade. Há apenas o hiper, o maximizado, e não mudanças radicais que implicariam em uma nova ERA da humanidade. Historicamente, e linearmente, temos a Pré-História, a Antiguidade, a Idade Moderna e a Idade Contemporânea, na qual a modernidade se encaixa, assim como os movimentos estéticos dela (tudo aquilo que a gente aprendeu nas aulas de Literatura e História… lembra? Poizé, eu não lembro muito bem também) e… só. Para não começar a (me) complicar muito, vou me ater somente à passagem para o século XXI, quando houve o BOOM das novas tecnologias e tinha gente que profetizava que com a internet os livros de papel sumiriam, assim como os jornais e revistas impressas. Pessoalmente, ainda não vejo nenhuma graça em e-books, e as grandes empresas de comunicação continuam aí, firmes e fortes, com seus jornais e revistas em papel, sensíveis ao toque e cheiro e que ocupam MUITO lugar no espaço de sua casa, por exemplo. A internet veio para acrescentar muita coisa, mas não pra substituir*. O mesmo acontece com essa história de web 2.0. Não é uma outra internet, algo separado ou elitizado, é apenas a evolução natural da internet, a internet maximizada (só pra usar o termo de novo), ou como diz o autor do texto: mídia social e internet colaborativa. Sites que você já está acostumado a utilizar, como o Orkut (Google e adjacentes), o MySpace, o IAM, o del.icio.us, a Wikipedia, o PBWiki e centenas de outros exemplos espalhados por aí. Ok, me empolguei agora e provavelmente devo ter soltado alguma besteira no texto acima (estou escrevendo como blogueira e pessoa física, e não como acadêmica ou jornalista, então me perdoem se eu cometi algum erro histórico gravíssimo e, por favor, me corrijam). Anfam. Fica aí a dica pra quem tiver curiosidade e quiser saber mais sobre essa tal de Web 2.0. =) Bom dia pra todo mundo, agora são sete horas da matina e eu vou dormir!
*Com muito menos dinheiro e recursos uma pessoa física, uma jane doe qualquer, pode espalhar seus pensamentos e opiniões pelo mundo afora, graças à maravilhosa internet - coisa praticamente inimaginável há 20 anos. Como você conseguiria falar com milhares de pessoas, dezenas ao mesmo tempo (via MSN por exemplo), alcançar seu amigo lá no outro lado do mundo ao simples clique de um aparelhinho chamado mouse? Esses eram benefícios de grandes empresas apenas, e gente rica. Hoje você pode fazer (quase) o mesmo com sua linha discada (ainda conheço muita gente que usa internet discada, ta bom?) e seu blogue gratuito. Fantástico!
O rei do mundo está no Brasil
Claro que me refiro ao presidente norte-americano George W. Bush; mas não tenho uma única palavra pra comentar o fato.
Só imagino que seria muito engraçado se ele morresse por uma bala perdida no Rio. =)
Mas pra não dizer que não falei das flores podres norte-americanas… não falei mesmo. Vou apenas postar um linque aqui e aqui pra você saber mais sobre a ilustre presença da vossa majestade universal em nosso pobre país.













































