Peaches @ Fuck the Pain Away

Recebi semana passada via e-mail um informativo oficial da Peaches e do que ela anda aprontando ultimamente. Aqui vai o texto original e logo abaixo sua tradução (pra quem estiver com preguiça de ler em inglês - aproveita porque não é sempre que eu não estou com preguiça de traduzir!).

FTPA Art Exhibition
Peaches is doing an art exhibit in Montreal May 10 with all things related to Fuck The Pain Away that fans have sent her over the years… here’s what she has to say about the project: I’m doing a project about the song FUCK THE PAIN AWAY and the different forms that it has shown up in. I know that it has inspired original art work, cover versions of the song, fashion designs, tattoo art, video works and it has been used in major motion pictures like lost in translation and the jackass 2 movie. I’m sure I don’t even know the half of what this song and its lyrics have been used for but I really want to find out. If you know of any art, video, design, cover versions of the song etc. please let me know so I can include it in my project and be inspired back by what the song inspired people to do. Please help me out because I’m so curious as to all this and people tell me reports of this all the time and I would love to see it. Thanks. xxx peach
email peaches at f-uckthepainaway@hotmail.com

 

Fuck The Pain Away @ Exibição de Arte

Peaches estará fazendo uma exibição de arte em Montreal (Canadá), no dia 10 de maio, com todo o material relacionado à música Fuck The Pain Away, que fãs do mundo todo lhe enviaram através dos anos. O que ela tem a dizer sobre o projeto: “Estou montando um projeto sobre a música Fuck The Pain Away e as diferentes maneiras em que foi interpretada. Eu sei que a música inspirou versões cover, trabalhos de arte originais, criações de moda, tatuagens, ví­deos, e foi usada em filmes como Lost in Translation e Jackass Number 2. Tenho certeza que, ainda assim, não conheçoo metade do que foi criado pelas pessoas a partir da música e sua letra, mas eu realmente gostaria de descobrir. Se você conhece algum trabalho de arte, ví­deo, design, versões cover etc., feitos a partir da música, por favor, me avise para que eu possa incluí­-los como parte de meu projeto, e ser inspirada também pelo que Fuck The Pain Away inspirou as pessoas a criarem. Por favor, me ajudem, estou realmente curiosa para conhecer todo esse trabalho, as pessoas sempre me contam sobre essas criações e eu adoraria poder vê-las. Obrigada.

 

Bom, você entendeu, não? Se conhece alguém, ou se você mesmo já criou alguma coisa inspirada na música Fuck The Pain Away, da Peaches, entre em contato com a diva pelo email f-uckthepainaway@hotmail.com e coloque-a a par de tudo! Acho que devo ter feito alguma coisa também… vou ver se escrevo pra ela! ;D Amo a Peaches!

Aproveitando a deixa… você sabia que ela vai tocar no Brasil este mês? Poizé, descobri isso só depois de visitar o site oficial da garota: dia 23 de março ela toca em São Paulo, no The Week, e dia 24 no Rio, no Circo Voador. Dei uma pesquisada* por ae pra ver se encontrava mais informações sobre a pouquí­ssimo divulgada aparição da diva em nosso paí­s, mas o resultado não foi muito prolí­fico. Anyway, aqui vai o linque para uma nota da Globo, divulgando o show da Peaches no Brasil. Que diferença de 2003, hem, quando foi todo aquele bafafá em cima dela, Peaches no Ví­deo Show com dançarina de funk e tudo mais.

*A “pesquisada”, no caso, foi feita há muito tempo, via Google, e quase nenhum site havia publicado a notí­cia. Se você pesquisar hoje, por exemplo, vai encontrar isto aqui (este post, aliás, foi escrito há muito tempo, mas só consegui publicá-lo agora. Mea culpa).

Flickr beauty

C’est une belle femme, ça va? J’ai besoin de pratique le français. Je suis plus jolie en Wizard, muito melhor que a Aliança Francesa. De quando em quando postarei algumas fotos cavadas no Flickr, tem muita gente boa por lá fotografando, vale a pena compartilhar esse prazer. Na verdade, aconselho todo mundo que goste de fotografia a criar uma conta no Flickr, é um dos MELHORES sites na web hoje em dia. Ao lado do WordPress, claro, do del.icio.us e do hipermoderna.net! Rarará! Ta pensando o que, o hipermoderna.net também é um site de serviços! Providing useless information around the globe. =)

Originally uploaded by gabrielabuz.

Quem viu?

Alguém aqui viu o trailler no horário combinado? Porque eu não! A porcaria de internet que eu tenho aqui em casa ficou fora do ar praticamente por 48 horas inteiras e eu não pude assistir ao trailler de Piratas do Caribe na data marcada. Só fui conseguir vê-lo ontem à tarde. Depois eu faço um post de utilidade pública metendo a boca neste serviço péssimo que a Persis Telecom oferece aqui nesta cidade. O preço é dos menos caros, mas em compensação a dor de cabeça que te dá depois… não valem a pena os (poucos) reais economizados. Anyway, posto agora apenas para mostrar que estou viva sim, apesar de sem internet.

Questionamento: você leitor (imaginário ou não), que tem mais experiência nesse assunto de AdSense… quanto tempo demora pra você começar a ver algum resultado? Porque até agora… não me parece que o serviço vai render alguma coisa pra mim. E me incomoda vir aqui e ver todos estes anúncios feios no site. Está enfeiando meu blogue e eu nem ganho com isso? Aliás, pode falar mal do Google AdSense? Estou toda cheia de dedos agora (poizé, essa sou moi, cheia de dedos!).

Pirates of the Caribbean @ At World’s End

Amor da minha vidaaaaaaaaaa! Olha que LINDO o Jack Sparrow está, meo deos! E apesar dessa caixinha do trailler f*der com o visual daqui do blogue, eu NUNCA poderia deixar de postar essa novidade! Está chegando, Piratas do Caribe - At World’s End! Depois que o Jack Sparrow foi comido pelo KRAKEN! Nem acredito!!! Não vejo a hora de ver o Johnny Depp lindo maravilhoso poderoso mais gato do mundo atuando com todos aqueles trejeitos engraçadí­ssimos que só ele mesmo consegue fazer! Não vejo a hora! xD

IRAQ: Saddam Better for Women

Fonte: IPS News
Autor: Sanjay Suri

Women were far better off under former Iraq dictator Saddam Hussein, a women’s group has found after an extensive survey in Iraq.

Under the previous dictator regime, the basic rights for women were enshrined in the constitution,” Houzan Mahmoud from the Organization of Women’s Freedom in Iraq told IPS in an interview. The group is a sister organization of MADRE, an international women’s rights group.

Health Care in Iraq Was Better Under Saddam Hussein

Fonte: AlterNet
Autor: Pratap Chatterjee

Almost four years after the toppling of Saddam Hussein, Iraq’s healthcare system is still a shambles. Dozens of incomplete clinics and warehoused equipment are a testament to the failed U.S. experiment to reconstruct Iraq.

The convoy of flat-bed trucks picked up its cargo at Baghdad International Airport last spring and sped north-west, stacked-high with crates of expensive medical equipment. From bilirubinmeters and hematology analyzers to infant incubators and dental appliances, the equipment had been ordered to help Iraq shore up a disintegrating health care system. But instead of being delivered to 150 brand-new Primary Health Care centers (PHCs) as originally planned, the Eagle Global Logistics vehicles were directed to drop them off at a storage warehouse in Abu Ghraib.

O Teatro Mágico

Outro objetivo a que o hipermoderna.net se pretende é identificar tendências e apontar caminhos. Oh, que chique! Aprendizado conquistado a poucas penas durante os meses que frequentei o curso de Design de Moda aqui na UEL. Anfam. O Teatro Mágico é uma banda que se veste de palhaço e tem todo aquele clima saltimbanco/circense em seus shows (Cordel do Fogo Encantado?). Se eu já vi uma apresentação dos caras? Não! Mas é bom começar a postar sobre eles (se é que já não estou atrasada) antes que virem hypezinho de SP também. Resolvi escrever sobre os caras porque esta semana que passei na selva de pedra ouvi falar esse nome uns bons bocados de vezes durante conversações e, visitando o Flickr de uma amiga agora, descobri que ela também gosta dos ditos cujos. Opa! Aí­ tem coisa. =) Não vou dar minha opinião pessoal sobre a banda ou seu som, mas já ouvi a música deles sim - antes que pensem que falo sem conhecimento de causa. Só digo uma coisa: o original está no Recife. Queria saber o que duas amigas minhas (jornalistas de formação também) pensam sobre a banda. Uma é do próprio Recife e a outra é a maior sapiência em bandas pernambucanas que já conheci. Quando ouvi esse Teatro Mágico não pude deixar de pensar nelas. As músicas dos palhacinhos podem ser baixadas neste site. A propósito, acabei de verificar no release da banda que músicos do Cordel do Fogo Encantado dão suas palhinhas em shows dos palhacinhos também. Ops! Juro que não foi proposital. =)

Laboratório Pop

Não é só porque eu não me interesso mais pelo assunto que vou deixar de blogar sobre essas referências. Mesmo porque, tem um monte de indie nerd por aí e não sou eu que vou querer deixar essa freguesia de lado. Mesmo porque, hiper modernidade envolve temas que também não são muito do meu agrado, mas estou tentando manter uma certa (na medida do possível) imparcialidade no que escrevo por aqui. Já me disseram que nessa coisa de problogger não é recomendável escrever besteira (ai!) nem ficar falando muito de si mesmo (ai de novo!). Anyway, considero pertinente, graças ao post abaixo, lincar aqui o Laboratório Pop, revista eletrônica sobre (óbvio) música pop, onde dois dos meus entrevistados atualmente escrevem: o Rodney Brocanelli e o Luiz Pimentel. E uma gafe: falei falei e falei sobre minha bendita reportagem INDIE x POP e não postei aqui um único linque para os leitores que, se existirem, quiserem conferir minha habilidade como jornalista. A reportagem foi publicada aqui, pelo Observatório da Imprensa, e aqui (que eu só descobri depois de buscar pelo meu nome no Google… ta bom vai, quem ainda não fez isso?). Abaixo, o trechinho inicial de O Pop e o Hype no Brasil, que foi o nome do meu trabalho de fim de curso. =)

Outubro é o mês-chave para a música pop: marca o lançamento mundial do segundo álbum dos nova-iorquinos do The Strokes: Room on Fire. Milhares de indies espalhados pelo mundo inteiro aguardam ansiosamente esse momento que vai confirmar (ou não) a afirmação de que os Strokes provocaram mesmo a nova revolução do rock, depois do grunge e do Nirvana.

Eles estão na capa de algumas das revistas musicais mais importantes da atualidade, como as britânicas New Musical Express e Q, e a norte-americana Rolling Stone. Aqui no Brasil, veículos como a Folha de S.Paulo, com críticos do porte de Álvaro Pereira Junior e Lúcio Ribeiro, a revista Zero, a MTV, inúmeros sítios, e-zines e blogs dedicam grandes espaços aos garotos de NY.

Só pra lincar aqui ainda mais referências à briguinha de Lúcio Ribeiro e Pereira Junior no Folhateen (que sooono!) a respeito da famigerada banda CSS (mais sooono!), o blogue do Denis Pedroso (que finalmente consegui conhecer ano passado quando ele veio discotecar indie com seu projeto In New Music We Trust aqui nesta cidade de m*rda em que atualmente moro) lincou um texto do The Putz Factory que, por sua vez, lincou o Hector Lima (que conheci anos atrás no Tim Festival e que está cansado de saber que eu não gosto de CSS). Adoro fazer árvore de referências, mesmo quando o assunto é, pelo menos para moi, um TÉDIO. ¬¬ E reitero aqui: estou com o senhor Pereira Junior e não abro. Ponto.

Cansou a minha beleza

Há muito que o assunto POP x INDIE deixou de me interessar. Descobri a verdade por trás disso tudo e simplesmente… quer saber? F*da-se. Há mundos muito mais interessantes a se explorar (o mundo da música eletrônica, por exemplo, ou minha recente paixão por ópera, desde que assisti ao Match Point). Anfam. Estava eu a clicar nos linques do hipermoderna e fui ao blogue da Soninha. De lá vi um linque para a Folha: “confira as matérias polêmicas do Folhateen sobre a banda CSS”, ou algo do tipo. Resolvi clicar. Adivinha quem eram os dois jornalistas assinando as matérias? Claro. Lúcio Ribeiro e Álvaro Pereira Junior. Como é que não suspeitei desde o princípio? Minha época de interesse pelo mundo indie/pop coincidiu com os anos que fiz jornalismo na Unesp. Meu trabalho de fim de curso, claro, foi abordar esse tema. Em geral, questões sobre cultura pop e comportamento ainda me interessam muito (olha só o nome deste blogue), mas agora é mais num nível acadêmico. Questões sérias apenas. Não faz mais parte do meu dia a dia, nem da minha pessoa. Claro que em meu trabalho de fim de curso, que foi uma grande reportagem supostamente publicada pela revista Bravo (ou semelhante), entrevistei pessoas importantes da cena. Lúcio Ribeiro foi uma delas. Fui lá na Abril atrás dele, nervosíssima. Ele foi muito simpático e me pagou o café. Eu ia entrevistar o Álvaro também - principalmente por uma questão sentimental, já que eu lia a coluna dele no Folhateen desde sempre, e certa feita ele publicou uma carta minha na qual eu defendia o Beck e elogiava o Soundgarden. Numa bela segunda-feira de manhã, minha carta publicada no Folhateen foi tema das conversas na classe. =) Ah, os adolescentes. Guardo essa coluna do Álvaro até hoje (porque tenho uma pequena gigante coleção de artigos de jornais e revistas, nacionais e internacionais, sobre - quase - tudo que possa se referir à música pop/indie/rock). Mas retomando… infelizmente não consegui a entrevista com o Álvaro. Eu estava lá no centro de São Paulo quando conversei com ele ao telefone, faltavam alguns minutos para as seis da tarde, e se eu quisesse encontrá-lo ainda disponível na Globo teria que chegar lá até seis da tarde. CLARO que não ia dar tempo. Bom, ossos do ofício. Outro jornalista importante que entrevistei para a minha matéria foi o Luiz Cesar Pimentel, editor da finada revista Zero. Fui almoçar com ele, outro moço e uma garota (eles almoçaram, eu estava ansiosa demais pra comer), depois conheci o lugar onde eles editavam a Zero. Foi uma tarde muito agradável. Agora, as bandas… já não foi tarefa tão fácil conseguir entrevista com elas. O que é bem inconveniente para o grupo (a não ser que você seja um dos irmãos Gallagher… mas você não é, né?); se você quer vender, tem que tratar seus fãs e jornalistas interessados em seu trabalho com, no mínimo, respeito. Uma das bandas que tentei entrevistar foi o CSS. Eu conhecia algumas músicas deles, e tinha achado tudo muito parecido com Le Tigre de fato, mas o estilinho era chamativo, eles eram famosos pelas performances escandalosas (Peaches?) de sua leading vocal… enfim, estavam se tornando hypezinho em SP. Seria legal, portanto, tê-los em meu trabalho. O negócio é que eu escrevi pra tal da vocalista japa e obtive ZERO (0) respostas dela. Começou aí minha antipatia pela banda. Se eu já não tinha gostado muito do som, já achava uma coisa muito Peaches wannabe, piorou tudo depois que muito educadamente a vocalista japa não me respondeu. Eu até insisti, deixei mensagens com meu email no fotologue da banda (não sei se existe ainda). Tudo deliberadamente ignorado. Claro, eu era uma zé ninguém ali querendo entrevistar a tal da vocalista que se jogava no chão e gritava e todo mundo ficava louco por ela… imagina que ela ia se dar ao trabalho? Outra: eu nunca fui de panelinha nenhuma, eu não era de panelinha nenhuma, eu odeio panelinhas. Até hoje. Bom, tudo isso pra explicar um dos motivos de minha antipatia pela banda (mas devo admitir que gostei duma música deles cujo videoclipe vive passando na MTV, e senti uma raivinha íntima por ter gostado duma música do CSS) e razão por que estou dedicando um post a essa banda, ao hype, ao indie, ao Lúcio Ribeiro e ao Álvaro Pereira Junior. Não preciso nem dizer que tomei o lado do Álvaro na crítica ao CSS, não? E fiquei muitíssimo FELIZ por ter descoberto, finalmente, outro ser neste mundo que também não gosta de Cansei de Ser Sexy. Chega de oba-oba! Chega de elogios! Bom para os membros da banda que estão com esse sucessinho pela Europa, mas isso não afeta minha vida em p*rra nenhuma, por isso… não me interessa. E fazer sucessinho na Europa, ou ser hype no Brasil não é sinônimo de qualidade. Nunca o sucesso foi sinônimo de qualidade. Ele está muito mais para a publicidade que outra coisa. Pronto, agora podem atirar pedra na jornalistinha ressentida que fala mal de banda que não lhe concedeu entrevista. Sim, você pode ver por esse lado, mas daqui o que eu vejo é só mais uma modinha sem importância alguma, que não muda a vida de ninguém - aliás é só disso que é feito todo esse mundinho indie/pop - mas eu descobri que, assim como o Guedes falou (vocalista do Grenade, banda que entrevistei para minha reportagem), tudo isso é mesmo passageiro, coisa de adolescente ou de gente em adolescência tardia (não é à toa que as matérias foram publicadas no Folhateen), e que gastar muita saliva em cima disso é mais… a moo point. Eu estou aqui apenas contando uma história (coisa que adoro fazer e que leitores e futuros leitores do hipermoderna verão bastante por aqui).

Se o CSS me concedesse uma entrevista hoje eu faria? Pode ter certeza que sim! =)

Suicide Girls + CSI NY

Estranha combinação, mas foi o que assisti hoje no AXN. Uma suicide girl fora assassinada e a equipe de investigadores de CSI New York ficou encarregada de descobrir como e quem a matou. Achei engraçado porque geralmente, em séries, eles não fazem referência a serviços da vida real, digamos. Por exemplo, num episódio de Law & Order SVU uma menina fora acusada de planejar o assassinato de sua mãe através de um site de relacionamentos online, cujo nome era muito parecido com MySpace. =) Óbvia a referência, claro, mas mesmo assim… não era propriamente do MySpace que eles estavam falando. Por isso foi estranho ver no CSI New York toda essa publicidade para o Suicide Girls. Publicidade mesmo. Quanto será que o SG pagou pra ter esse episódio inteirinho dedicado a eles (até o logo do site aparece)? Uma pequena fortuna, imagino. Ou então, a namorada ou filha de um dos produtores do CSI é uma suicide girl. Só pode. Anyway, na série elas até explicam a filosofia por trás da marca, e como todas as garotas são irmãs e têm o mesmo sobrenome (Suicide) e como não tem nada a ver com suicídio o trabalho delas (poizé!). Aliás, esse nome me parece bem inadequado para um site que vende sexo (apesar de ter uma ótima aceitação). Sexo é perpetuação da espécie, bem o contrário de suicídio. Anfam. Fica pra outra hora minha análise pseudo social e psicológica do SG e de suas participantes. Mas, ainda assim, BIZARRA a publicidade que o CSI fez para o SG. Outra possibilidade me ocorreu agora… será que os donos da CBS estão fazendo negócios com o SG? Porque o SG também trabalha com videos. I wonder…

GRRRLPower in english

i created an specific search engine (powered by google) for sites made just for girls and/or by girls! if one of you girls want your site/blog/whatever added to GRRRL POWER search engine, please contact me and i’ll add your URL there. let’s get stronger, babes!!!! Thanx! GRRRLPower Search Engine

GRRRLPower

Vi neste blogue aqui que uma moça criou uma busca especializada somente para blogues feitos por mamães. Achei a idéia GENIAL mas fiquei me sentindo meio de lado, eu queria fazer parte da busca especializada também! Mas não sou mamãe, nem quero ser. =) Então criei eu mesma, graças ao maravilhoso Google, o GRRRLPower Search Engine, uma busca especializada em sites, blogues, fotologues e tudo o mais, feitos por meninas e/ou direcionado para meninas. Meninas aqui eu digo… mulheres, mmmkay? Sexo feminino, eu quero dizer, porque não há restrição de idade. Quem se interessar pelo serviço me manda um email (danusiaregina[at]gmail.com) ou deixe um comentário aqui com a URL que queira adicionar, e logo depois ela já estará disponível no GRRRLPower! Obrigada, Google! Obrigada pessoas que se interessarem pela busca especializada! \o/

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